Resenha – O morro dos ventos uivantes.

Olá,

então, eu demorei um pouco para vir falar deste livro, pois ele é um pouco de amor e ódio rsrs. Único romance de Emily Brontë foi publicado em 1847 ela morre um ano depois em 1848 vítima da tuberculose, com apenas 30 anos. O morro dos ventos uivantes é considerado um clássico da Literatura. A alguns anos ficou mais famoso ainda quando a Bella do filme Crepúsculo o elegeu como seu romance preferido. A edição que eu li foi esta:

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Editora: Nova Fronteira

Saraiva de bolso

Título: O morro dos ventos uivantes

Autora: Emily Brontë

Tradução: David Jardim Júnior

Nº de páginas: 362

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O romance se inicia com o Sr. Lockwood, que ao alugar uma propriedade no campo (Granja da cruz dos tordos) para ficar afastado das agitações da sociedade, se vê muito interessado na vida de seu senhorio (e único vizinho) o Sr. Heathcliff e de todos os integrantes da mansão em que vive chamada O morro dos ventos uivantes. Depois de passar uma noite conturbada na mansão, Lockwood fica doente por causa do mau tempo, e durante uma reclusão sua governanta, Ellen Dean, narra toda a trajetória de vida dessa família.

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Cena do Filme de 2009

Heathcliff foi encontrado ainda pequeno por Sr. Earnshaw, antigo proprietário da mansão, que o encontrou em uma de suas viagens. Os únicos da casa que gostavam da criança eram o Sr. Earnshaw e sua filha Catherine. A criança foi muito maltratada pela esposa do seu benfeitor e seu filho Hindley. Depois da morte do Sr. e Sra. Earnshaw, Hindley passa a tomar conta da mansão e Heathcliff vira um dos seus empregados.

Quando jovens, Catherine se casa com o filho do proprietário da Granja da Cruz dos tordos, fazendo com que Heathcliff vá embora. Anos depois retorna com intuito de se vingar de todos. Um amor violento, traumático e melancólico.

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Filme de 1992

A escrita da autora é incrível, dá vontade de anotar todos os termos usados por ela, mas ainda assim achei uma história pesada de amor e ódio, de tristeza e vingança.

Algumas passagens:

“Eu amo o meu assassino…Mas o teu! Como o poderia eu perdoar?”

“Seria uma degradação para mim casar-me agora, com Heatcliff. Por isso, ele jamais saberá como o amo, e isso não é porque ele seja bonito, Nelly, mas porque ele é mais eu mesma do que sou.”

“Não há livros nesta casa? – exclamei – Como aguenta viver aqui sem eles, se me permite a pergunta? Se me tirassem os livros, ficaria desesperado!”

 Bom, por hoje é só, espero que tenham gostado, bjo!!!

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O que eu li em Março…

Eu costumo ler 4 livros por mês, pois geralmente estes possuem um número elevado de páginas, mas quando são mais finos, eu leio mais.

Então no mês de Março eu li:

720

1- As crônicas de Nárnia (li somente a 6ª crônica, A cadeira de prtata):

Autor: C. S. Lewis

Páginas lidas: 110

2- Nós:

Autor: David Nicholls

Páginas lidas: 377

3- Essencial Clássicos Infantis:

Autor: Jacob e Wilhelm Grimm

Páginas lidas: 157

4- O morro dos ventos uivantes:

Autor: Emily Brontë

Páginas lidas: 362 (edição Saraiva de bolso)

5- Guerra e Paz (volume 1):

Autor: Liev Tolstói

Páginas lidas: 1.222 (edição Cosac Naify)

Li então um total de: 2.228 páginas, uma média de quase 72 páginas por dia, porém ainda no mês de Março comecei a ler:

722

1- Edgar Allan Poe (Contos da edição maravilhosa da DARKSIDE);

2- Harry Potter e o cálice de fogo;

3- Guerra e Paz (volume 2).

Como ainda esto lendo, estes 3 últimos farão parte das leituras de Abril.

Espero que tenham gostado, beijos e não esqueçam de deixar nos comentários suas leituras de Março ; )

Primeiro post do blog

Então…Estou criando este blog simplesmente para escrever sobre livros, mas acima de tudo ocupar o meu tempo com algo que eu possa me envolver, me apaixonar e influenciar pessoas. Tem um trecho no livro Guerra e Paz de Liev Tolstói que é assim:

“A tradição bíblica diz que a ausência de trabalho – o ócio – era a condição da beatitude do primeiro homem, até a sua queda. O amor ao ócio permaneceu o mesmo no homem decaído, mas a maldição continua a pesar sobre o homem, e não só porque precisamos ganhar o nosso pão com o suor do rosto, mas também porque, em razão dos nossos atributos morais, não conseguimos estar ociosos e nos sentir tranquilos. Uma voz misteriosa diz que devemos sentir culpa se ficamos ociosos. Se o homem pudesse encontrar uma situação na qual, estando ocioso, se sentisse útil e cumpridor do dever, teria encontrado uma parte da beatitude do primeiro homem.”

Assim sendo, venho não para ganhar algo, nem para matar meu tempo ocioso, mas para passar um pouco do meu amor pelos livros, principalmente os clássicos, e mostrar como a leitura pode nos beneficiar, melhorando nossa escrita, nossa fala, nosso raciocínio, nossa imaginação…O que você ainda está fazendo aí? Vá ler um livro!